Presidente do Irã diz que morte do líder supremo é uma “declaração de guerra”

Publicado por departamento de Jornalismo Cruzeiro FM 92,3 em 01/03/2026

O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, disse que a morte do líder supremo Ali Khamenei é uma “declaração de guerra contra os muçulmanos. A declaração foi feita neste domingo (1º) após as ofensivas de Estados Unidos e Israel contra o país.

Pazeshkian também disse quem seria uma “vingança legítima” um contra-ataque.

“O assassinato do grande comandante da comunidade islâmica é uma guerra aberta contra os muçulmanos, especialmente os xiitas em todas as partes do mundo. A República Islâmica do Irã considera a vingança e a responsabilização dos autores e mandantes deste crime um dever e um direito legítimo”, ressaltou o líder do Irã.

Khamenei foi morto em um bombardeio coordenado entre EUA e Israel contra o complexo presidencial onde ele estava na madrugada de sábado (28). A morte foi confirmada pelo Irã apenas horas depois, já no final da noite.

Ali Khamenei

A mídia estatal do Irã confirmou neste sábado (28) a morte do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país. A informação foi divulgada pela agência Fars e repercutida pela Reuters. Horas antes, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já havia anunciado que o líder iraniano teria sido morto em um bombardeio.

Khamenei esteve no comando do Irã por quase 40 anos. A confirmação foi publicada nos perfis oficiais da agência Fars nas redes sociais X e Telegram, com a mensagem de que “o líder supremo da Revolução foi martirizado”. Segundo o veículo, o governo iraniano decretou 40 dias de luto nacional.


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