Pesquisadores da Fiocruz alertam para diferentes rotas de introdução do vírus H5N1, causador da gripe aviária, na Antártica. Os cientistas identificaram e analisaram o material genético do vírus em duas aves e um leão-marinho encontrados mortos nas Ilhas Shetland do Sul.
Segundo os cientistas, os achados ampliam as evidências de circulação da doença no continente e “contribuem para o entendimento das rotas de disseminação do vírus e sobre por onde o vírus H5N1 tem chegado”.
Os pesquisadores observaram, ainda, que cada um dos três vírus analisados está ligado a uma introdução diferente do H5N1 no continente; o que reforça, segundo eles, a necessidade de vigilância, com pesquisas contínuas para monitorar a disseminação e os impactos desse patógeno na região”.
A pesquisadora do IOC, Instituto Oswaldo Cruz, Marilda Siqueira, explica que a equipe de pesquisadores trabalha com a perspectiva de ‘uma só saúde’:
”Um vírus respiratório detectado em animais, em qualquer região do mundo, pode vir a ter impacto na saúde humana global. O monitoramento em diferentes regiões do mundo, incluindo a Antártica, é estratégico para melhor prevenção e enfrentamento de possíveis pandemias”, ressalta a pesquisadora.
A Fiocruz conduz investigações na Antártica por meio do projeto Fioantar, que integra o Programa Antártico Brasileiro, conduzido pela Comissão Interministerial para os Recursos do Mar, da Marinha. (Agência Brasil)
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