O ministro da Educação, Milton Ribeiro, durante a cerimônia de comemoração aos 20 Anos do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel), no Ministério das Comunicações.
O ministro da Educação, Milton Ribeiro, negou, na tarde desta terça-feira (16), que haja interferência ideológica na elaboração do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) deste ano.
A prova, que é um dos principais meios de acesso às universidades públicas no país, começa a ser aplicada neste domingo (21), com a segunda etapa marcada para o domingo seguinte (28).
Nesta segunda-feira (15), durante agenda em Dubai, nos Emirados Árabes, o presidente Jair Bolsonaro , afirmou que a prova “começa agora a ter a cara do governo”.
O titular do MEC negou a afirmação do mandatário, alegando que não há interferência na elaboração da prova. “Não há problema de interferência no Inep nem no Enem. Está tudo encaminhado para as provas se realizarem normalmente”, disse Ribeiro após reunião no Ministério da Justiça.
Ribeiro afirmou ainda que nem ele, nem o presidente do Inep, Danilo Dupas, e, “muito menos o presidente da República”, tiveram acesso prévio às provas.
“Zero de interferência. Essas provas já estão impressas há meses. E tem um banco de questões elaborados por técnicos. Nem eu, nem o presidente do Inep, muito menos o presidente da República, que, a rigor, nós três somos autoridades, respondemos, poderíamos até ter acesso às provas. Nenhum de nós teve acesso. Nenhum de nós escolheu pergunta alguma ou determinamos. Se vocês me perguntarem hoje: qual é que o tema da redação? Vou ficar devendo pra vocês”, afirmou.
Nas últimas semanas, o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) sofreu com uma debandada de quase 40 servidores. Pelo menos 28 pessoas que exerciam cargos de liderança dentro do órgão e entregaram seus cargos estavam diretamente envolvidos com a realização do Enem.
Em carta, os funcionários alegaram falta de gestão na autarquia ligada ao MEC (Ministério da Educação), “assédio moral e pressão ideológica”.
Apesar da crise deflagrada pela renúncia coletiva dos servidores, a reunião desta terça no Ministério da Justiça, que contou com a presença de Ribeiro e de Anderson Torres, titular da Justiça, e o presidente do Inep, Danilo Dupas, tratou apenas da segurança durante a realização da prova.
Com informações do Portal R7
Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
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