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Irã volta a fechar estreito de Ormuz após ataques de Israel ao Líbano

O Irã voltou a fechar o tráfego de petroleiros pelo estreito de Ormuz, nesta quarta-feira (8), após os ataques de Israel ao Líbano, informou a agência de notícias iraniana Fars.

De acordo com a Fars, uma fonte militar e de segurança iraniana informou que o regime considera os ataques israelenses ao Líbano uma “violação” do cessar-fogo.

Segundo a agência iraniana, nesta manhã, após o anúncio do cessar-fogo feito na terça-feira (7), dois petroleiros, com permissão do Irã, puderam transitar pelo estreito de Ormuz com segurança.

A marinha iraniana ameaçou destruir os navios que tentassem atravessar o estreito sem a permissão de Teerã, e acrescentou que o trânsito pela hidrovia continuava fechado, de acordo com várias fontes de navegação.

“Qualquer embarcação que tentar entrar no mar… Será alvejada e destruída”, dizia a mensagem.

Além do fechamento do estreito, segundo a agência de notícias iraniana Mehr, a Guarda Revolucionária do Irã (IRGC, na sigla em inglês) afirmou que qualquer aeronave inimiga que entrasse no espaço aéreo iraniano seria considerada uma violação do cessar-fogo e enfrentaria uma “resposta firme”.

Até o momento da publicação desta matéria, os governos dos Estados Unidos e de Israel não haviam se manifestado sobre a ação do governo iraniano.

Mais cedo nesta quarta, o presidente Donald Trump disse que os Estados Unidos ajudarão o Irã a desafogar o tráfego acumulado no estreito de Ormuz desde o início da guerra, no fim de fevereiro.

“Haverá muita ação positiva! Muito dinheiro será feito. O Irã pode começar o processo de reconstrução”, afirmou Trump, em publicação na rede Truth Social.

Os governos americano e iraniano concordaram, na terça-feira (7), com uma trégua de duas semanas que prevê a reabertura da navegação na rota por onde passa um quinto da produção global de petróleo.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, informou nesta quarta-feira que apoia o acordo de cessar-fogo dos Estados Unidos com o Irã, mas afirmou que ele não incluiria o combate ao Hezbollah no Líbano.

(Portal R7)

Cibelle Freitas
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