Em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo até 9 de março, a mostra Joaquín Torres García – 150 anos, com curadoria de Saulo di Tarso, propõe uma nova leitura sobre a obra do artista uruguaio ao transformar o silêncio em torno do incêndio do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM) em 1978 em um eixo conceitual. Reunindo mais de 70 artistas modernos e contemporâneos e apresentando pela primeira vez no Brasil cartas e manuscritos originais vindos do Museo Torres García, a exposição articula diálogos com nomes como Anna Bella Geiger, Rubens Gerchman, Bispo do Rosário, Willys de Castro e Ernesto Neto. Sob o subtítulo O olhar contínuo, a curadoria aproxima referências africanas e obras pré‑incaicas da cultura Chancay, antecipando debates sobre colonialidade, palavra e imagem e ressaltando a centralidade da América Latina na história da arte. A visitação é gratuita, das 9 h às 20 h (exceto às terças‑feiras).
Após a temporada em São Paulo, a mostra segue para Brasília (de 31 de março a 21 de junho) e em seguida para Belo Horizonte (de 15 de julho a 12 de outubro), ampliando o alcance de uma leitura que busca conectar tradição e inovação no contexto latino‑americano. Para comentar o projeto, Saulo di Tarso, curador, pesquisador e produtor cultural, está disponível para entrevistas e pode aprofundar aspectos conceituais da exposição, sua relação com as narrativas históricas e o papel de Torres García no pensamento artístico contemporâneo.
Com a vitória, o Brasil soma mais um importante resultado na fase inicial da Liga…
A corrida em Monte Carlo teve momentos de tensão desde a largada (Imagem: Divulgação /…
A recomendação é redobrar a atenção durante o período da Copa do Mundo (Imagem: Arquivo…
A estimativa inicial da Caixa é de que o prêmio na terça-feira (9) chegue a…
A medida ainda está em fase de análise pelas autoridades americanas (Imagem: Arquivo / Cruzeiro…
Durante uma missa celebrada em Madri, na Espanha, diante de aproximadamente 1,2 milhão de fiéis,…