A Fundação Oswaldo Cruz vai conduzir um estudo no Brasil para avaliar o uso de uma injeção aplicada a cada seis meses como forma de prevenção ao HIV. A iniciativa tem como objetivo reunir dados para analisar a possível incorporação desse método ao Sistema Único de Saúde no futuro.
O medicamento que será utilizado no estudo é o lenacapavir, um antirretroviral de longa duração administrado por via subcutânea. Antes da aplicação, os participantes deverão apresentar resultado negativo para o HIV, conforme os protocolos de segurança.
O estudo será voltado a pessoas consideradas com maior risco de infecção, como homens gays e bissexuais, pessoas não binárias designadas do sexo masculino ao nascer e pessoas transgênero, com idade entre 16 e 30 anos.
As aplicações ocorrerão em unidades de saúde de sete cidades brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Florianópolis, Manaus, Campinas e Nova Iguaçu. A pesquisa vai avaliar aspectos como adesão, segurança e efetividade da estratégia de prevenção.
Segundo a Fiocruz, os resultados do estudo poderão contribuir para a ampliação das opções de prevenção ao HIV no país, complementando as estratégias já existentes.
Desativado há cerca de cinco décadas, o antigo Matadouro já abrigou outras atividades (Imagem: Emídio…
Com a vitória, o Brasil soma mais um importante resultado na fase inicial da Liga…
A corrida em Monte Carlo teve momentos de tensão desde a largada (Imagem: Divulgação /…
A recomendação é redobrar a atenção durante o período da Copa do Mundo (Imagem: Arquivo…
A estimativa inicial da Caixa é de que o prêmio na terça-feira (9) chegue a…
A medida ainda está em fase de análise pelas autoridades americanas (Imagem: Arquivo / Cruzeiro…