O aumento foi especialmente acelerado entre o final dos anos 2000 e 2013, quando o número de motos triplicou, além de um salto de 42% somente entre 2015 e 2024.
A popularização do veículo tem relação direta com seu baixo custo, facilidade de mobilidade e expansão do trabalho por entregas, levando inclusive a um marco histórico em março de 2022, quando o país registrou, pela primeira vez em três décadas, mais emplacamentos de motos do que de carros em um mês.
Diante desse cenário, o advogado e especialista em trânsito Renato Campestrini alerta, no quadro Mobilidade Urbana, para a necessidade de maior atenção à segurança dos motociclistas.
Segundo ele, o crescimento acelerado da frota reforça a importância de condução responsável, formação adequada e uso rigoroso de equipamentos obrigatórios, como o capacete.
Campestrini destaca que, embora a moto seja uma solução ágil e econômica, sua condução exige habilidade, preparo e consciência dos riscos, pontos fundamentais para reduzir acidentes e promover uma mobilidade urbana mais segura.
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