Foto: escola Júlio Prestes de Albuquerque (Estadão) (Vinícius Fonseca)
A partir de 2026, a rede estadual de ensino de São Paulo terá um novo modelo de distribuição de gestores e funcionários administrativos. O número de profissionais em cargos de direção, coordenação e apoio passará a ser proporcional ao total de alunos atendidos por cada unidade.
A medida faz parte de um conjunto de mudanças administrativas anunciado pela Secretaria da Educação do Estado (Seduc-SP), com foco no aumento da eficiência e no avanço dos indicadores de aprendizagem.
Pelo novo formato, escolas com até 200 estudantes contarão obrigatoriamente com, pelo menos, um diretor, um coordenador pedagógico (CGP), um gerente de organização escolar (GOE) e um agente de organização escolar (AOE).
Já unidades com 201 a 500 alunos receberão reforço na equipe, incluindo um vice-diretor e até três AOEs adicionais. A partir de 501 matrículas, o número de gestores cresce de forma progressiva, podendo triplicar nas escolas com mais de 1,5 mil estudantes. A regulamentação completa será detalhada em resolução.
Na região de Sorocaba, quatro escolas tem cerca de 1,5 mil estudantes; sendo duas em Sorocaba, uma em Itu e outra em Salto.
Eric Coló, supervisor educacional da rede estadual, explicou ao jornalismo da Rádio Cruzeiro FM como irá funcionar as mudanças.
Foto: escola Júlio Prestes de Albuquerque (Estadão) (Vinícius Fonseca)
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