Em 2025, o limite de faturamento anual para enquadramento como Microempreendedor Individual (MEI) — mantido em R$ 81 mil desde 2018 — perdeu significativamente o seu poder de compra. De acordo com o professor universitário e economista Geraldo Almeida, no quadro Economia e Negócios, o valor que há sete anos permitia adquirir 171 cestas básicas, hoje equivale a apenas 96, uma redução de 78% em relação ao custo dos produtos essenciais. A defasagem no teto do MEI, sem correção pela inflação ou pela variação dos preços da cesta básica, tem gerado preocupação entre pequenos empreendedores, que enfrentam maiores custos e correm o risco de desenquadramento do regime simplificado mesmo sem aumento real de renda.
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