O Brasil é o segundo país que mais pesquisa remédios como Ozempic e Mounjaro, usados para emagrecimento, segundo levantamento da Conexa Saúde.
Pacientes que fazem uso desses medicamentos tendem a reduzir o tamanho das porções e a frequência de visitas a bares e restaurantes, refletindo no setor de alimentação fora do lar.
Nos EUA, onde 10% da população usa Ozempic, metade come fora com menos frequência e 63% diminuíram porções, aponta pesquisa da Bloomberg e Morgan Stanley.
Especialistas alertam que a redução do consumo não precisa ser ameaça. Porções menores permitem ajustar preços, incentivar acompanhamentos e reduzir desperdícios, mantendo a rentabilidade.
Alguns restaurantes já adaptam cardápios, oferecendo meia porção, pratos individuais ou menus degustação, ampliando experiência sem perder faturamento.
A segurança alimentar também precisa de atenção: ingredientes fracionados exigem armazenamento correto e fichas técnicas atualizadas para evitar contaminação e garantir padronização.
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