Dia da Independência movimenta RIo (Reprodução/G1)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriu, neste domingo (7), o desfile cívico-militar do Dia da Independência, realizado na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. O evento começou por volta das 9h20 e reuniu cerca de 45 mil pessoas, segundo a Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom).
Acompanhado da primeira-dama Janja da Silva, Lula chegou em carro aberto, o Rolls-Royce presidencial, e passou em revista às tropas antes de ocupar a tribuna das autoridades. O casal foi recebido pelo ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, e pelos comandantes das Forças Armadas.
O desfile deste ano ocorreu em meio à crise diplomática entre Brasil e Estados Unidos, após medidas tarifárias impostas pelo presidente norte-americano, Donald Trump, e ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF), acusado de tentativa de golpe de Estado. O tema central da parada foi a soberania nacional, complementado por três eixos: Brasil dos Brasileiros, Brasil do Futuro e a COP30, que será realizada em Belém, além do Novo PAC.
O público presente acompanhou alas militares, desfiles aéreos, estudantes de escolas públicas e forças de segurança do Distrito Federal. A Esquadrilha da Fumaça encerrou a cerimônia, que durou cerca de duas horas. Antes de deixar o local, Lula desceu da tribuna para cumprimentar parte do público. Durante todo o evento, ecoaram gritos de “sem anistia” e “soberania não se negocia”.
Enquanto o desfile acontecia em Brasília, apoiadores de Jair Bolsonaro se reuniram em diferentes pontos do país. Em Sorocaba, manifestantes ocuparam a Avenida Antônio Carlos Comitre, no Parque Campolim, exibindo faixas de apoio a Bolsonaro e pedindo “Fora Lula”. O ato marcou o feriado de 7 de setembro na cidade e reforçou as mobilizações nacionais ligadas à oposição.
Na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, o ato reuniu manifestantes com bandeiras do Brasil, de Israel e dos Estados Unidos. Eles pediram anistia aos condenados pelos ataques golpistas de 2023 e exibiram faixas com frases como “Golpe é eleição sem Bolsonaro. Anistia já”. O protesto contou com discursos do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), do governador Cláudio Castro e do deputado Alexandre Ramagem.
Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar em Brasília e está inelegível até 2030 por decisão do TSE, não participou dos protestos. O STF retoma, na terça-feira (9), o julgamento que pode condená-lo por golpe de Estado e outros quatro crimes, com penas que podem chegar a 43 anos de prisão.
Com informações da Agência Brasil e do g1
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