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Agência de comunicação testa Inteligência Artificial em experimento prático

(Atualizado em 01/07/2025 às 11h32)

A agência de comunicação Alessá iniciou um experimento prático que pretende investigar o impacto da Inteligência Artificial (IA) no marketing contemporâneo. A proposta é avaliar, ao longo de 30 dias, como as ferramentas baseadas em IA podem influenciar estratégias, produção de conteúdo e geração de resultados.

De acordo com a agência, a iniciativa busca ir além dos tutoriais genéricos e da repercussão muitas vezes superficial sobre o tema. O projeto será conduzido com uma abordagem baseada na prática, na transparência e na experimentação. Durante o período, os bastidores da experiência — incluindo erros, acertos e aprendizados — serão compartilhados em tempo real nas redes sociais da empresa.

Segundo o CEO da Alessá, Alexandre Scalise, o objetivo é testar o potencial da IA aplicada ao marketing de maneira concreta, com foco em desempenho, posicionamento e inovação. Ele destaca que a ideia surgiu a partir das reflexões sobre o avanço acelerado das novas tecnologias e o papel crescente da IA no cotidiano.

“O maior mito é achar que basta apertar um botão e a IA faz tudo. Ela não substitui a criatividade, o olhar humano, a sensibilidade estratégica. Mas, quando bem utilizada, pode acelerar, complementar e transformar processos”, afirma Scalise.

O experimento será dividido em quatro fases: lançamento e posicionamento; engajamento e autoridade; provas sociais e interação com a audiência; e, por fim, conversão e resultados tangíveis. Ao longo do mês, a agência pretende divulgar estudos de caso, análises de desempenho e demonstrações práticas do uso da IA em projetos de conteúdo, campanhas e prospecção de novos negócios.

Um dos diferenciais destacados pela Alessá é a transparência. A agência pretende apresentar não apenas os sucessos, mas também as falhas e os aprendizados obtidos em cada etapa, transformando a iniciativa em uma espécie de “reality” sobre marketing e Inteligência Artificial, sem roteiro ou filtros.

“É a criatividade humana que dá alma à estratégia. A curadoria faz toda a diferença nesse contexto”, conclui Scalise.

O experimento se insere no debate crescente sobre o uso da Inteligência Artificial no ambiente corporativo, especialmente no campo da comunicação e do marketing, no qual as tecnologias de automação, análise de dados e geração de conteúdo vêm ganhando espaço rapidamente.

Fernando Guimarães
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