O reajuste anual dos planos de saúde tem gerado preocupações crescentes entre os consumidores. Em 2024, a ANS fixou um teto de 6,91% para os planos de saúde individuais e familiares. Essa limitação é uma tentativa de controlar os aumentos e proteger os beneficiários.
No entanto, os planos empresariais e coletivos por adesão, que representam a maior parte dos contratos de saúde no Brasil, não têm um teto fixado pela ANS. Isso pode resultar em aumentos muito mais altos, com expectativas que podem chegar a até 25% em alguns casos.
O advogado especialista em direito do consumidor, Fábio Cenci, foi entrevistado no Jornal da Cruzeiro desta sexta-feira (28) e trouxe informações e orientações.
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