A falta de resolução para as obras do empreendimento Brickell-Iguatemi, localizado no bairro Campolim, levou 84 pessoas a protestar em frente ao plantão de vendas do prédio ontem (23), à tarde. Por uma hora, o grupo de compradores falava “Iguatemi, CRB, cadê o meu apê”, enquanto caminhavam pela área externa e arredores do shopping Iguatemi Esplanada.
A Justiça determinou que a administradora do Shopping Iguatemi Esplanada, a CSC 41 Participações continue com a construção de um prédio de alto padrão, antes de responsabilidade da construtora CRB. A decisão foi emitida na quarta-feira (14) pelo juiz Fabiano Rodrigues Crepaldi.
Os futuros moradores aguardam o real início das obras há mais de dois anos. A previsão de entrega do empreendimento seria em 2024, mas parou na terraplanagem. A estimativa é de que mais de duas mil pessoas tenham sido afetadas pelo não andamento das obras de diversos prédios assumidos pela construtora. No ano passado o caso chegou a ser investigado pelo Grupo de Operações ao Crime Organizado (Gaeco).
Na decisão o juiz explica que a dona do terreno, ou seja, a CRB, “detém obrigação solidária e objetiva pelos prejuízos sofridos pelos consumidores, de modo que ela detém total responsabilidade pela retomada das obras”.
André Fazano conversou com o advogado Rafael Corte Melo, um dos advogados que atendem a esses compradores.
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