Deputados federais envolvidos diretamente nas negociações em torno do novo marco fiscal disseram que os principais pontos de discussão que ainda permanecem, envolvem a inclusão do Fundeb no limite de gastos e a mudança que permite um gasto extra ao governo no ano que vem.
O texto do deputado Cláudio Cajado (PP-BA), relator do novo regime fiscal, manteve dentro do limite de gastos a complementação que a União deve fazer ao Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).
O relatório também permite um gasto extra no ano que vem por causa de dois dispositivos: uma mudança no cálculo da inflação que servirá para reajustar o limite dos gastos públicos e um trecho que fixa o aumento no ano que vem em 2,5% além da inflação (independente da receita aferida pelo governo).
Esses dois pontos, segundo esses parlamentares, ouvidos sob reserva pela CNN, vêm sendo discutidos e podem fazer parte de uma solução conjunta.
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