INSS: Após impasse, governo recua e eleva taxa de juros a 1,97% ao mês para consignado

Fachada do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) - Previdência Social O Senado deve acompanhar a tramitação da proposta de reforma da Previdência junto à Câmara dos Deputados, ainda antes de o projeto chegar para a análise dos senadores. O presidente do Senado informou que deve formar uma comissão especial para fazer o acompanhamento por entender que a reforma é urgente e por ter o sentimento de que os senadores vão priorizar o tema neste início de legislatura. Por se tratar de proposta de emenda à Constituição (PEC), a reforma da Previdência precisa do apoio mínimo de três quintos dos parlamentares: 308 dos 513 deputados e 49 dos 81 senadores. Se a proposta for aprovada em dois turnos na Câmara, segue para o Senado, onde também será submetida a dois turnos de votação. Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Novos tetos de juros dos consignados para aposentados e pensionistas do INSS foram definidos, esta semana, pelo Conselho Nacional de Previdência Social. Para empréstimo com desconto em folha a taxa máxima será de 1,97% ao mês. Já pela modalidade cartão de crédito o limite fica em 2,89%. A decisão vem depois das instituições bancárias suspenderem a concessão de novos empréstimos após o governo ter estabelecido, no início do mês, a redução do teto de juros de 2,14% para 1,70% ao mês. 

O professor de economia da ESEG – Faculdade do Grupo Etapa Adriano Morais explica que a decisão de propor a taxa de juros máxima em 1,70% ao mês gerou um impasse junto às instituições bancárias.

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