Divulgado nesta sexta-feira (29), o Indicador de Incerteza da Economia (IEE-Br), mensurado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), recuou 6,4 pontos na edição de abril e fecha o quarto mês do ano com 112,9 pontos.
É o menor patamar desde janeiro de 2020, o que significa que a incerteza está em queda e, pela primeira vez desde a Covid-19, o indicador voltou a patamares pré-pandemia.
No mesmo período do ano passado, o IEE-Br alcançou 210,5 pontos. Esse período que coincide com o pior momento dos reflexos econômicos da crise sanitária.
Para chegar ao patamar atual, o indicador passou por uma sequência de seis quedas mensais consecutivas, iniciadas em setembro do ano passado, quando estava em 131,4 pontos. O ponto de neutralidade do índice é de 100 pontos.
O IEE-Br é formado por dois componentes que apresentaram tendências opostas em abril.
O componente de mídia acompanha a frequência de notícias com relação à incerteza nos veículos de comunicação, levando em conta os perfis de cada cobertura, enquanto o de expectativa mensura a dispersão de especialistas para as variáveis macroeconômicas.
O componente de mídia caiu 8,3 pontos e está em 113,6. No entanto, o de expectativas subiu 3,8 pontos e fechou a edição atual em 114.
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