(FILES) In this file photo taken on December 14, 2020, a medical worker shows a vial with Sputnik V (Gam-COVID-Vac) vaccine against the coronavirus disease during the vaccination of medics at a clinic in the far eastern city of Vladivostok. - The Argentinean Health Ministry on December 23 authorized "with emergency character" the Sputnik V vaccine, whose first shipment is expected on Thursday in the South American country, after having approved the Pfizer-BioNTech vaccine, with which the government is negotiating a supply agreement. (Photo by Pavel KOROLYOV / AFP)
A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) confirmou para esta sexta-feira (4) uma reunião pública extraordinária para analisar os pedidos de autorização excepcional e temporária para importação e distribuição das vacinas Covaxin, da Índia, e Sputnik V, da Rússia, no Brasil. A reunião da diretoria acontece a partir das 14h.
As duas vacinas já tiveram a importação negada anteriormente pela Anvisa, que alegou falta de informações que garantissem sua segurança. Desta vez, também com novos documentos em mãos enviados posteriormente, a tendência é que a agência aprove a compra dos imunizantes, mas com restrições ao uso.
A ideia que está sendo debatida é que a aplicação delas comece com um grupo restrito de pessoas e sob acompanhamento de estudos clínicos, para que sejam coletados dados mais concretos sobre os efeitos dos dois imunizantes no Brasil.
Um pedido do Ministério da Saúde para importações da Covaxin havia sido negado pela Anvisa em março, em uma unanimidade dos cinco diretores do colegiado.
A negativa veio logo depois de a Anvisa indeferir o pedido de Certificação de Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos da fabricante Bharat Biotech, etapa que é pré-requisito para que os fabricantes de medicamento recebam autorização para o uso emergencial do imunizante ou o registro definitivo.
Também por unanimidade, a Sputnik V teve a importação negada pelos diretores da Anvisa pouco depois, em abril, por falta de informações, e novos documentos e dados dos testes clínicos foram solicitados. Em maio, novos relatórios foram enviados pela agência russa à Anvisa e incorporados à analise.
Com informações da CNN Brasil.
Edição – Cibelle Freitas.
O mercado brasileiro de franquias faturou R$ 301,7 bilhões em 2025, alta de 10,5% em…
O Governo de São Paulo avança nas ações de combate aos crimes de roubo, furto…
A Orquestra Sinfônica de Sorocaba apresenta a Temporada 2026 “Nilson Lombardi 100 anos”, com 27…
Há uma semana foragido, o goleiro Bruno teve sua foto divulgada em um cartaz de procurado…
O vereador e 1° presidente da Câmara Municipal de Sorocaba, Caio Oliveira (Republicanos), destaca a…
https://youtu.be/HsGkm-vSTh0 Projetos voltados à preservação do meio ambiente, educação e formação profissional estiveram entre os…