Passengers wear face masks to protect against the spread of the Coronavirus as they arrive on a flight from Asia at Los Angeles International Airport, California, on January 29, 2020. A new virus that has killed more than one hundred people, infected thousands and has already reached the US could mutate and spread, China warned, as authorities urged people to steer clear of Wuhan, the city at the heart of the outbreak. / AFP / Mark RALSTON
A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou nesta quarta-feira (11) a pandemia do coronavírus. De acordo com o mais recente boletim do órgão há mais de 118 mil casos em 114 países e 4.291 pessoas morreram.
A classificação significa que uma transmissão recorrente está acontecendo em diferentes partes do mundo e de forma simultânea.
Na prática, ao anunciar a pandemia, a agência de Saúde indica que governos devem trabalhar não mais para apenas conter um caso. Mas atuar para atender uma parcela da população mais ampla e vulnerável.
Estratégias direcionadas apenas para identificar casos e isolar pessoas precisam ser trocadas para um plano sanitário que possa focar em evitar mortes. A mudança no status não significa que a taxa de letalidade tenha sido incrementada. Mas que o risco de um contágio seria maior. Em apenas uma semana, o número de países afetados passou de 45 para mais de 110.
Até agora, a entidade insistia que a proliferação em grande escala apenas estava sendo registrada em cidades chinesas, com o casos fora do país asiático ainda podendo ser contidos. Isso, em termos técnicos, não representaria uma pandemia e, portanto, a entidade resistia em passar para um nível superior de alerta.
Mas, nos últimos dias, a agência com sede em Genebra já vinha alertando que a capacidade de sistemas de saúde em freara o surto estava se esgotando. O risco global foi elevado na semana passada para “muito elevado” e preparações para uma nova fase começaram a ser feitas. Até o início da semana, a OMS estimava existia uma “janela de oportunidade” para conter o vírus.
Enquanto Tedros Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, fazia o anúncio na sala de operações da entidade, telões pelas paredes mostravam a dimensão do surto pelo mundo: 118 mil casos confirmados e mais de 4,2 mil mortes. Desse total, 80 mil estão na China.
Mas a expansão no número de casos na Itália, Irã e Coreia do Sul e a expansão para novas regiões transformaram a maneira pela qual a OMS reage à situação.
Tedros insiste essa é a primeira pandemia que pode ser contida. Mas ele diz que, desde que saiu da China, número de casos foi multiplicado por 13. Hoje, ele está em 114 países. Na avaliação da OMS, o número de casos de deve aumentar ainda mais.
Edição – Alessandra Santos
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