**Atualizada às 10h41
Os funcionários de uma empresa terceirizada que foi contratada para as obras do BRT fecharam a avenida Itavuvu, na manhã desta segunda-feira (9) em protesto pelos salários atrasados.
A manifestação dos funcionários da Artec aconteceu na altura do antigo shopping Plaza, próximo ao número 2.182 e à entrada do bairro Nova Sorocaba e impediu que os veículos passem pelo local, a princípio nos dois sentidos e depois somente no sentido Centro.
Por volta das 10h20, segundo a Urbes, a manifestação foi encerrada e o tráfego liberado nas duas pistas.
Já na sexta-feira (6), os trabalhadores da Artec fizeram uma greve porque não receberam a primeira parcela do 13º salário, com pagamento previsto para 30 de novembro.
De acordo com um contratado, essa foi a terceira greve feita pelos funcionários que trabalham nas obras do BRT, todas por atraso nos pagamentos.
O homem declarou ainda que a empresa terceirizada teria demitido funcionários, mesmo sem o acerto dos salários, e que alguns já estariam cumprindo aviso prévio.
A Concessionária BRT Sorocaba informou em nota, que “os pagamentos à empresa ARTEC estão em dia e que não há qualquer pendência neste sentido. Esclarece, ainda, que a gestão dos funcionários da Artec, incluindo o pagamento de salário, é de inteira responsabilidade da empresa terceirizada. Diante do ocorrido, o BRT adotará medidas administrativas contra a Artec. A concessionária endossa o compromisso com a população e a cidade de Sorocaba e reforça que as obras prosseguem normalmente”.
Já a Prefeitura de Sorocaba emitiu uma nota de esclarecimento na noite de sexta-feira (6) que “esclarece que foi surpreendida pela paralisação das atividades de funcionários de uma das prestadoras de serviços ao Consórcio BRT, visto que suas obrigações junto ao consórcio estão rigorosamente em dia. Ao buscar esclarecimentos acerca da situação, a Prefeitura foi informada que a paralisação de forma alguma irá afetar o andamento das obras de implantação do BRT. A Prefeitura apurou também que o Consórcio BRT não tem pendências financeiras com a prestadora de serviços cuja saída está sendo negociada entre as partes.”
Os funcionários terceirizados nas obras do BRT alegam que não receberam o salário que deveria ser pago no dia 30 de novembro e a primeira parcela do 13.º salário
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