Os pais da menina de um ano e cinco meses que morreu no sábado (16), em Sorocaba, vítima de engasgamento, autorizaram a doação dos órgãos da filha.
A operação de captação foi realizada ontem (17) no Hospital do Gpaci onde a criança estava internada, em estado grave, desde o dia 6 de novembro quando engasgou com um caroço de jabuticaba durante uma atividade, no Centro de Educação Infantil (CEI-98) Olinda Luz Marte, no Jardim Tropical, que faz parte da rede municipal de ensino da Prefeitura de Sorocaba.
A retirada dos órgãos foi feita no próprio hospital pela equipe da Organização de Procura de Órgãos e Tecidos (OPO).
O velório da menina começou na noite deste domingo (17), na funerária Ofebas, no bairro Jardim Santa Rosália e o enterro aconteceu na manhã desta segunda-feira (18), no cemitério da Consolação, em Sorocaba.
Desde o incidente na creche municipal, a menina estava internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), do hospital do Gpaci.
Por intermédio de uma postagem em uma rede social, a família da criança informou não querer falar sobre o assunto com a imprensa.
Já a Prefeitura de Sorocaba, em nota enviada ao Cruzeiro do Sul, afirma que “a Secretaria da Educação (Sedu) lamenta e se solidariza com a família da criança, informando que tem dado todo o apoio necessário mediante a situação”.
O acidente
De acordo com a Sedu, o fato ocorreu na tarde do último dia 6, durante uma atividade pedagógica sobre o tema “Consciência Negra”, quando a turma do Berçário B teve contato com jabuticabas, visando experenciar a textura e o sabor da fruta, que aparece na história apresentada aos estudantes no projeto citado.
“Durante a atividade, a menina, ao experimentar a jabuticaba, sofreu um engasgo com a fruta”, diz a pasta municipal.
Ainda segundo a Sedu, “imediatamente a unidade escolar acionou o Samu e a família da menina. Uma das profissionais que possui o curso técnico de enfermagem assumiu o controle da situação até a chegada do resgate, o que ocorreu cerca de 20 minutos após.
Assim que assumiu o atendimento da criança, o Samu a encaminhou até o hospital do GPACI, para internação na UTI, onde recebeu todo o entendimento necessário”, diz a nota.
A Sedu disse também que “no que tange à capacitação em noções básicas de primeiros socorros dos seus profissionais, a pasta reconhece a importância da Lei número 13.722, de 4 de outubro de 2018, e busca conceber um processo sólido para execução da mesma, tendo inclusive iniciado o processo para tal junto à Secretaria de Negócios Jurídicos, para ciência e garantia dos aspectos legais de tal implementação”.
Conforme a Sedu, esse trabalho teve início em agosto e aguarda os trâmites legais. “A rede municipal de ensino conta com aproximadamente 160 unidades escolares e 3 mil profissionais da Educação. Assim, a Sedu estuda a melhor maneira de cumprir o disposto legal”, diz a pasta municipal.
Com informações do Jornal Cruzeiro do Sul
Edição – Alessandra Santos
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