Esta é uma dúvida que frequentemente paira no ar durante as sessões de psicanalise e terapia, conta a psicanalista responsável pelo Instituto Las Lobas, Maria Clara Barbbosa.
A profissional explica que, em alguns casos, o paciente que sofre se apega ao sofrimento e o encara como uma “ocupação de vida”. À medida em que estes traumas e dores vão sendo curados, o paciente começa a se sentira vazio.
Barbbosa compara esta fase com o fim de uma novela, “metaforicamente, podemos comparar esta sensação com o vazio que fica quando acaba a novela em que acompanhamos. A gente se questiona ‘o que eu vou assistir agora?’ sem se lembrar que na sequência sempre vem uma outra novela”.
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