A Secretaria da Saúde de Sorocaba (SES), por meio da Vigilância em Saúde, divulgou nesta terça-feira (20) mais um boletim epidemiológico com os registros de casos de dengue, sarampo e H1N1.
Já são 14 casos confirmados de sarampo em Sorocaba. Diante destas confirmações, ações de bloqueio foram realizadas com o objetivo de identificar todas as pessoas que tiveram contato com os pacientes no período de transmissão.
O sarampo é uma doença viral aguda, altamente contagiosa, que cursa com febre, tosse, coriza, conjuntivite e manchas no corpo. A transmissão do vírus do sarampo é direta, de pessoa a pessoa, por meio das secreções nasofaríngeas expelidas pelo doente. O período de incubação é de uma a duas semanas.
A principal medida para evitar a introdução e transmissão do vírus do sarampo é a vacinação da população suscetível, aliada a um sistema de vigilância de qualidade e suficientemente sensível para detecção oportuna de qualquer caso suspeito de sarampo.
Vacinação
Desde o dia 12 de agosto a Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria da Saúde (SES), realiza a vacinação de sarampo em crianças entre seis e 11 meses de idade nas 32 Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A nova medida acontece em decorrência do momento epidemiológico atual do Estado de São Paulo.
De acordo com a SES, as crianças vacinadas entre seis e 11 meses de idade deverão se imunizar novamente com a vacina SCR (Sarampo, Caxumba e Rubéola) quando completarem um ano. E aos 15 meses, deverá ser feita a vacinação da Tetraviral (SCR-Varicela). O intervalo mínimo entre a vacina SCR aplicada nos menores de um ano de idade e a dose da vacina SCR aplicada a partir de 12 meses, deverá ser de 30 dias.
Além desse novo público, o esquema vacinal contempla pessoas entre 1 e 29 anos de idade (duas doses com intervalo mínimo de 30 dias) e pessoas entre 30 e 59 anos de idade (uma dose). Cidadãos com 60 anos ou mais de idade não precisam ser vacinados.
Influenza
No ano de 2019, dentre os notificados moradores de Sorocaba, foram confirmados 24 casos de SRAG por Influenza, sendo a maioria de casos por Influenza A(H1N1). A taxa de letalidade dentre os casos confirmados por Influenza foi de 29,1% porém, se considerarmos apenas os casos de Influenza A(H1N1) a letalidade foi de 41,6%. Dentre os óbitos a faixa de idade variou de dois a 87 anos, com média de idade de 48 anos, três pacientes eram do sexo masculino e quatro casos do sexo feminino. Em relação à presença de comorbidades dentre os óbitos, quatro (57%) casos apresentavam patologias.
Com informações da Secom Sorocaba
Edição – Alessandra Santos
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