A sessão extraordinária que pode cassar o mandato da vice-prefeita de Sorocaba, Jaqueline Coutinho, começou há cerca de meia hora na Câmara Municipal.
Cerca de 60 pessoas assistem à sessão no plenário da Casa, número bem abaixo dos 130 que é a lotação determinada pelo Corpo de Bombeiros ao espaço.
A primeira exigência está sendo cumprida com a leitura do relatório final da comissão processante, que tem 26 páginas, e começou a ser lido pelo vereador Luis Santos (PROS), presidente da comissão.
O texto recomenda que a denúncia feita por um munícipe contra a vice-prefeita é procedente e desta forma indica a cassação de Jaqueline. A comissão também tinha como membros o relator Anselmo Neto (PSDB) e o vereador Engenheiro Martinez (PSDB).
O plenário da Câmara Municipal ficou com menos de 50% da sua capacidade
Ao final dos trabalhos, a Comissão entendeu, por unanimidade, que ficou comprovado que Jaqueline Coutinho, durante o período em que atuou como chefe do executivo, entre os dias 28/04/2017 e 08/05/2017, e também 14/06/2017 a 22/06/2017, utilizou os serviços do servidor do SAAE, Fábio Antunes Ferreira, em horário de expediente na autarquia, para buscar o filho da acusada na escola e deixá-lo em sua residência, atividade que ultrapassava o período de uma hora que o servidor teria disponível para almoço.
Depois da leitura do relatório, o primeiro a se manifestar foi o vereador Francisco França (PT). Ele declarou que é a favor da cassação da vice-prefeita.
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