A vice-prefeita de Sorocaba Jaqueline Coutinho esteve hoje (8) nos estúdios da Cruzeiro FM e participou do Jornal da Cruzeiro e disse que espera que os vereadores tenham uma decisão justa na votação do relatório final da comissão processante.
O texto indica que é procedente a denúncia feita por um munícipe contra a vice de que ela teria cometido uma infração político-administrativa por um funcionário do Saae, indicado por ela ao cargo, prestava serviços particulares à vice no horário do expediente. O relatório final será votado em uma sessão extraordinária da Câmara Municipal, nesta quarta-feira (10), às 9h.
Jaqueline explicou que o ex-servidor da autarquia buscava seu filho na escola com com o carro dela, enquanto ele estava em horário de almoço.
Ela afirma que não pode ser responsabilizada pelo fato do funcionário não voltar ao trabalho depois do almoço, conforme a investigação já feita pelo Ministério Público e mais recentemente pela comissão processante instalada na Câmara Municipal.
A vice-prefeita disse que o servidor tinha chefes que deveriam ter o controle da jornada dele e que isso não é função de uma vice-prefeita e que nunca foi avisada que o funcionário, que ela havia indicado, não cumpria o expediente no período da tarde.
Na entrevista, Jaqueline afirmou que o processo de apuração deste fato feito no Legislativo foi direcionado para prejudicá-la e que há um interesse de usá-la como bode expiatório.
Ela pediu que os vereadores votem de forma justa e atendendo aquilo que a população espera, mas não solicitou o direcionamento dos votos.
A vice ainda ressaltou que jamais renunciaria porque seria uma admissão de culpa e destacou que nunca praticou nenhuma infração político-administrativa nem crime.
Jaqueline desabafou e disse que se sente extremamente injustiçada e depois de todo o desgaste sofrido por ela e sua família, descarta ser candidata à Prefeitura e não quer analisar por enquanto o convite de três partidos para que ela deixe o PTB e se filie a outras legendas.
Os advogados da vice-prefeita entraram com recurso na própria Câmara contra o relatório, mas ela não quer que o julgamento seja adiado porque não deseja mais prolongar esta questão e não sabe ainda se vai acionar o Judiciário para questionar a investigação da comissão processante.
Ouça a entrevista!
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