A Corregedoria Geral do Município, em apoio às investigações do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) e da Polícia Civil, deu início às apurações envolvendo as denúncias da operação denominada Casa de Papel, deflagrada na segunda-feira (8).
O corregedor geral, Carlos Alberto de Lima Rocco Junior, destacou ser fundamental o trabalho de apuração dos fatos pelas autoridades, diante do que classificou de “denúncias gravíssimas” e que, se comprovadas, merecem “punições severas”.
Embora ainda esteja no início das investigações e não tenha tido acesso à íntegra das provas colhidas no processo da Operação Casa de Papel, o que entende elementar, para o desenvolvimento desse trabalho, o corregedor já iniciou procedimentos preliminares de apuração.
De ordem do prefeito José Crespo que, imediatamente, ao tomar conhecimento da operação, determinou que se iniciassem as ações investigatórias da Corregedoria, em paralelo às ações policiais, nesta quinta-feira, foram ouvidos o ex-secretários de Cultura (Secult), Werinton Kermes, o secretário afastado de Licitações e Contratos (Selc), e Hudson Zuliani.
O corregedor explicou que o ex-secretário de Comunicação e Eventos (Secom), Eloy de Oliveira, que seria ouvido nesta sexta-feira, solicitou reagendamento de data a ser definida, que ocorrerá nos próximos dias. Outras pessoas, entre servidores, ex-agentes públicos e empresários também deverão ser ouvidas.
Paralelamente, o corregedor também está em busca de documentos nas pastas citadas no caso e demais informações que entende elementares. De acordo com o corregedor, ambos os ex-secretários foram ouvidos nesta quinta-feira para que pudessem apresentar suas versões em relação aos acontecimentos. “Nós iniciamos nossos trabalhos ouvindo os ex-secretários para que pudessem dar suas explicações em relação aos fatos denunciados, como parte também da ampla defesa”, disse Rocco.
O titular da Corregedoria Geral do Município também se reuniu, na quarta e quinta-feira, com o juiz da Comarca de Sorocaba, Jayme Walmer de Freitas, responsável pelo caso, ocasião em que, solicitou e recebeu acesso às informações do inquérito policial e à decisão judicial, bem como colocou o órgão correicional à disposição para auxiliar o Judiciário.
A Corregedoria Geral do Município também protocolou ofícios, dirigidos ao Gaeco e à Polícia Civil, em que solicita acesso integral ao conteúdo das investigações produzidas, propondo o compartilhamento mútuo de provas e procedimentos investigativos, aguardando o retorno para desenvolvimento de ações coordenadas de investigação.
Com informações da Secom Sorocaba
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