Abadiânia- GO, Brasil- O médium João Teixeira de Faria conhecido como João de Deus, atende cerca de 1000 pessoas por dia na Casa Dom Inácio de Loyola em Abadiânia Goiás. Os trabalhos acontecem de quarta a sexta em duas sessões por dia (de manhã e a tarde) Pessoas do mundo todo, de diferentes crenças e religiões, visitam a Casa em busca de cura e proteção das entidades espirituais. The medium Joao Teixeira de Faria, Known as John of God, assist about 1000 people a day in Casa Dom Inacio de Loyola, in Abadiania Goias, a small city in the heart of Brazil. The spiritual works happen from wednesday to friday in two sessions per day (in the mornings and afternoons). People from all over the world, of different beliefs and religions, visit the Casa searching for cure and protection from the spiritual entities.
O Ministério Público de Goiânia (GO) montou uma força-tarefa nacional para investigar as denúncias de abusos sexuais e outros crimes atribuídos ao médium João de Deus. São quatro promotores e duas psicólogas que vão se dedicar a investigar os casos. Até agora, vítimas ainda não se apresentaram formalmente ao Ministério Público.
“Dependemos desses relatos para instruir a investigação e para que a Justiça seja realizada”, afirmou o promotor de Alexânia, a cidade onde João de Deus faz os atendimentos, Steve Gonçalves Vasconcelos. Um e-mail (denuncias@mpgo.mp.br) foi criado especialmente para receber denúncias.
Luciano Meireles, coordenador do centro de apoio operacional criminal do Ministério Público de Goiás, afirmou que vítimas de outros Estados podem buscar também o Ministério Público mais próximo para prestar depoimentos. As investigações ficarão concentradas em Goiás.
De acordo com as investigações, não está descartada a determinação da prisão preventiva do médium e do fechamento da casa onde ele presta atendimento. Um procedimento específico para o fechamento da casa foi iniciado.
“Testemunhas que saibam de qualquer atendimento podem entrar em contato com o Ministério Público, incluindo as que vivem no Exterior”, afirmou a coordenadora do centro de apoio operacional de Direitos Humanos, Patrícia Otoni. “É importante que todas prestem depoimentos, para que possamos somar o que ocorreu no local”, disse a coordenadora.
Além dos depoimentos, a força-tarefa deverá realizar uma avaliação de processos arquivados contra o líder religioso por falta de prova. “Identificamos alguns processos. Conforme depoimentos forem coletados, poderemos reabrir os casos.”
Com informações da Agência Brasil
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