A agência de classificação de risco Fitch Ratings rebaixou nesta sexta-feira a nota de crédito do Brasil de “BB” para “BB-” e alterou a perspectiva de negativa para estável. Em relatório, a agência citou a desistência de votação da reforma da Previdência como um dos principais fatores para a medida. O rebaixamento pela Fitch ocorre pouco mais de um mês de movimento semelhante pela Standard&Poor’s.
A Fitch afima que pesou sobre a decisão o fato de a reforma ter sido adiada para depois das eleições e a incerteza em relação ao próximo governo, que pode não dar continuidade ao projeto reformista.
“O rebaixamento do Brasil reflete seus grande e persistente e déficit fiscal, o crescente peso da dívida do governo e a falta de legislação sobre reformas que melhorem o desempenho estrutural das finanças públicas”, escreveu a agência.
Após desistir da reforma da Previdência, com a intervenção federal no Rio de Janeiro, o governo anunciou em 19 de fevereiro nova pauta de prioridades com 15 itens, como a privatização da Eletrobras e autonomia do BC.
Segundo a Bloomberg, o governo espera um rebaixamento também pela Moody’s. A agência já se manifestou, afirmando que o fim da reforma da Previdência é negativo para a nota de crédito do país.
Em janeiro, a S&P já havia cortado o rating do Brasil para “BB-“, alegando a demora na implementação do ajuste fiscal e a incerteza política sobre as eleições presidenciais.
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