O deputado federal Guilherme Derrite (PL), pré-candidato ao Senado por São Paulo, participou do Jornal da Cruzeiro nesta segunda-feira (1º) e comentou a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas.
Durante a entrevista, Derrite destacou a atuação do senador Eduardo Bolsonaro junto a autoridades norte-americanas, incluindo o presidente Donald Trump, para que a medida fosse adotada. Segundo o parlamentar, a iniciativa contraria a posição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, de acordo com ele, não defendia esse enquadramento.
Derrite rebateu críticas de setores da esquerda que apontam possíveis riscos à soberania nacional. Para o deputado, a classificação não representa qualquer interferência externa nos assuntos internos do Brasil, mas sim uma ferramenta de cooperação internacional no combate ao crime organizado.
O parlamentar ressaltou ainda que a classificação pode fortalecer ações de inteligência e investigações financeiras, especialmente no rastreamento de recursos provenientes de atividades ilícitas. Entre os alvos, segundo ele, estão esquemas de lavagem de dinheiro que utilizam diferentes mecanismos para ocultação de valores, incluindo operações com criptomoedas.
Para Derrite, a cooperação entre países é fundamental para enfrentar o avanço das facções criminosas, que atuam além das fronteiras nacionais e movimentam recursos em escala internacional.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta quinta-feira (4), durante a Marcha para Jesus, em…
A Polícia Militar Rodoviária encerrou a campanha Maio Amarelo 2026 com mais de 70 mil…
O Conselho de Sentença do II Tribunal do Júri do Rio condenou, na madrugada desta…
A partir desta quinta-feira e até domingo (4 a 7 de junho), as famílias sorocabanas…
O iFood confirmou nesta quarta-feira (3) um vazamento de dados que atingiu aproximadamente 1,2 milhão…
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (3) derrubar a regra da reforma de previdência…