O médico infectologista Alcides Poli Neto comentou, em entrevista ao Jornal da Cruzeiro da rádio Cruzeiro FM 92,3, sobre o recente caso de contaminação por hantavírus registrado em um navio na última semana.
Segundo ele, a investigação do surto reforça o padrão clássico da doença, cuja transmissão ocorre principalmente por meio do contato com partículas de urina, fezes ou saliva de roedores silvestres, responsáveis pela disseminação do vírus.
O especialista destaca que os roedores urbanos não são os principais vetores da infecção, o que direciona as medidas de prevenção para ambientes rurais, embarcações e locais fechados com possível presença de animais silvestres contaminados.
Alcides Pole Neto explicou ainda que o protocolo de manejo inclui isolamento imediato dos casos suspeitos, uso de equipamentos de proteção pela equipe de saúde e desinfecção rigorosa dos ambientes possivelmente contaminados.
O período de incubação da doença pode variar de uma a cinco semanas, o que exige monitoramento contínuo dos contactantes. Em relação ao tratamento, ele ressalta que não há antiviral específico, sendo o cuidado baseado em suporte clínico intensivo, com atenção às complicações respiratórias e hemodinâmicas.
O infectologista reforça que a identificação precoce e a resposta rápida das equipes de saúde são fundamentais para reduzir a gravidade dos casos.
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