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Ministros deixam governo Lula para disputa das eleições em 2026

Ao todo, 17 ministros do Governo Lula, deixaram seus cargos para concorrerem nas eleições de 2026. As trocas ocorrem por conta do fim do prazo para desincompatibilização, que termina neste sábado (04). A medida está prevista na legislação eleitoral e termina sempre seis meses antes da data marcada para o primeiro turno das eleições.

Nessa sexta-feira (03), o governo publicou a exoneração dos ministros Geraldo Alckmin (Ministério da Indústria, Comércio e Serviços), e Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais).

Durante reunião ministerial na última terça-feira (31), o presidente Lula disse que, nesta reforma provocada pela regra da desincompatibilização, optou por não chamar para cargos de ministros pessoas que, atualmente, não estão na Esplanada.

De acordo com o presidente, a iniciativa permite que os trabalhos em andamento nas pastas tenham continuidade.

Entre os principais nomes que deixaram o governo para concorrer no pleito deste ano, está o de Geraldo Alckmin, que deverá concorrer a vice-presidente na chapa de Lula. Em seu lugar assume Márcio Elias Rosa, que é secretário-executivo da pasta.

Entre os ministros que deixam suas funções para concorrem no pleito deste ano para o estado de São Paulo, está Fernando Haddad, que deixou a pasta da Fazenda para se candidatar ao governo do estado pelo PT.

Para compor uma possível chapa com Haddad, se candidatando como vice-governador, Márcio França (PSB), também deixou o cargo de Ministro de Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Ele que também está cotado para concorrer ao Senado pelo estado de São Paulo. Em seu lugar, assume o Ministério Tadeu de Alencar, ex-deputado federal pelo PSB.

No Ministério de Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (PSB) deixa seu cargo para concorrer ao Senado por São Paulo. Com isso, Bruno Moretti, atual Secretário de Análise Governamental da Casa Civil assume a pasta.

No Meio Ambiente, Marina Silva, hoje no Rede; pode mudar de partido e também se lançar ao Senado por São Paulo. Com isso, João Paulo Ribeiro Capobianco, atual secretário-executivo da pasta, assume o cargo.

Outro que deixa o cargo é Paulo Teixeira (PT), que estava no Ministério de Desenvolvimento Agrário e Cultura Familiar, para disputar a reeleição como deputado federal por São Paulo. Fernanda Machiaveli, atual secretária-executiva da pasta, passa assumir as funções.

No Ministério dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara (PSOL), deixa o cargo para disputar a reeleição como deputada federal por São Paulo, dando lugar a Eloy Terena, atual secretário-executivo da pasta.

Com informações do Portal G1.

André Fazano
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