Ministro aponta falhas na fundamentação da Polícia Federal, mas acompanha maioria e vota pela manutenção da prisão preventiva decidida pela Segunda Turma.
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, criticou a atuação da Polícia Federal no caso envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, mas votou pela manutenção da prisão preventiva do investigado.
A decisão foi tomada pela Segunda Turma do STF no dia 19 de março de 2026, em julgamento que terminou de forma unânime pela manutenção da medida cautelar. O relator do processo é o ministro André Mendonça.
Em seu voto, Gilmar Mendes afirmou que a Polícia Federal apresentou argumentos considerados genéricos e baseados em “saltos interpretativos” para justificar a prisão. O ministro também contestou a associação direta entre poder econômico e risco de fuga, destacando a necessidade de elementos concretos para embasar esse tipo de medida.
Apesar das críticas, Mendes acompanhou o entendimento da maioria ao considerar que ainda existem fundamentos suficientes para a manutenção da prisão preventiva, com o objetivo de garantir o andamento das investigações e evitar eventuais interferências no processo.
O ministro também questionou a transferência de Vorcaro para um presídio federal de segurança máxima, classificando a decisão como desproporcional e sem justificativa adequada. Além disso, demonstrou preocupação com vazamentos de informações sigilosas relacionadas ao caso, apontando possíveis prejuízos à privacidade e à condução regular da investigação.
O julgamento ocorre no âmbito de investigações que apuram supostas irregularidades no sistema financeiro e tem gerado repercussão no meio jurídico e político.
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