O varejo brasileiro enfrenta em 2026 um cenário atípico, com 11 feriados nacionais caindo em dias úteis, muitos passíveis de emenda, somados à realização da Copa do Mundo e das eleições, o que deve alterar o ritmo tradicional das vendas ao longo do ano.
Em vez de uma trajetória estável, o setor projeta períodos de consumo mais concentrados intercalados por semanas mais fracas, exigindo das empresas planejamento flexível, ajustes frequentes em campanhas, logística e gestão de estoques.
O economista Geraldo Almeida comenta que esse contexto reforça a importância de estratégias adaptáveis, capazes de responder rapidamente às mudanças no comportamento dos consumidores e às demandas do calendário.
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