O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) assinou uma portaria que define que motoboys e profissionais que utilizam motocicletas como instrumento de trabalho vão passar a receber um pagamento adicional de periculosidade a partir de 3 de abril.
O documento foi assinado em 3 de dezembro pelo ministro Luiz Marinho e estabeleceu o prazo de 120 dias para entrada em vigor.
O adicional será de 30% sobre o salário-base e aplica-se a todas as atividades ou operações de trabalho que envolvam deslocamento de trabalhadores em motocicletas nas vias terrestres normatizadas pela Lei nº 9.503 do Código de Trânsito Brasileiro.
A partir da nova regra, empresas que possuem motocicletas nas atividades de trabalho terão que estabelecer medidas de prevenção ao trabalhador.
Segundo o documento do Ministério do Trabalho, “as atividades laborais com utilização de motocicleta no deslocamento de trabalhador em vias abertas à circulação pública são consideradas perigosas”.
A portaria destaca que a definição ou não da periculosidade no trabalho é responsabilidade das empresas, que deve ser feita mediante laudo técnico elaborado por médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho.
Ainda de acordo com o documento, não são consideradas perigosas as seguintes situações:
(Metrópoles)
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