A popularização das chamadas canetas emagrecedoras provocou uma explosão na importação desses medicamentos no Brasil. Somente em 2025, a compra de remédios como Ozempic e Mounjaro alcançou US$ 1,669 bilhão, o equivalente a cerca de R$ 9 bilhões, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
De acordo com o levantamento, a demanda por esses tratamentos cresceu 88% em apenas um ano. Como não há fabricação nacional, todo esse volume impacta diretamente a balança comercial brasileira. O montante já supera a importação de produtos tradicionais de consumo, como salmão, telefones celulares e até azeite de oliva.
A Dinamarca, sede da farmacêutica Novo Nordisk — fabricante do Ozempic e do Wegovy —, segue liderando a origem dos medicamentos, com 44% do total importado, o que representa US$ 734,7 milhões. No entanto, o cenário vem mudando rapidamente.
A médica endocrinologista Alessandra Ayan, durante entrevista no Jornal da Cruzeiro desta quarta-feira (28), reforça que esses medicamentos não devem ser utilizados sem acompanhamento profissional. Segundo ela, a automedicação pode trazer efeitos colaterais importantes e mascarar problemas de saúde.
A endocrinologista destaca que cada paciente precisa de avaliação individual, levando em conta histórico clínico, indicação correta, dosagem e acompanhamento contínuo.
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