A morte do cão comunitário conhecido como Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis, uma das regiões mais luxuosas da capital catarinense, ganhou repercussão em todo o país, gerou protestos e chocou quem convivia com o animal de dez anos e considerado extremamente dócil.
Ele foi encontrado no último dia 15 com sinais de espancamento em várias partes do corpo e, por causa da gravidade, precisou ser sacrificado.
Segundo o delegado-geral da Polícia Civil, Ulisses Gabriel, quatro adolescentes estão sendo investigados pela autoria do crime.
Além de agredirem o animal, eles também teriam tentado afogar outro cachorro conhecido pelos moradores como Caramelo, que costumava andar com Orelha. Depois do episódio, Caramelo acabou sendo adotado.
Dois dos adolescentes investigados estão em Florianópolis. Os outros dois estão nos Estados Unidos, em uma viagem que, segundo a família, já estava programada.
A comoção em torno do caso levou a manifestações na região e aumentou a pressão por justiça. Como resposta, o governador Jorginho Mello sancionou uma lei estadual de proteção a cães comunitários.
Ao comentar o caso, ele afirmou que as provas reunidas na investigação são fortes e impactantes.
Por envolver menores de idade, o processo corre em segredo de justiça, como determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
(Portal R7)
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