O mercado de canetas emagrecedoras no Brasil deve atingir a marca de US$ 9 bilhões até 2030, impulsionado por um crescimento médio anual de 40%, segundo projeções divulgadas pela Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). O avanço reflete a forte demanda por tratamentos inovadores contra obesidade e sobrepeso, além da maior conscientização da população sobre saúde e qualidade de vida.
O tema é analisado pelo economista Geraldo Almeida, no quadro Economia e Negócios, da Cruzeiro FM 92,3. Segundo ele, o avanço das canetas emagrecedoras vai além do aspecto médico e representa uma transformação relevante no mercado de consumo e na economia da saúde.
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