Países interessados em obter um assento permanente no conselho de paz proposto pelos Estados Unidos para tratar de questões relacionadas à Faixa de Gaza deverão pagar US$ 1 bilhão, segundo informações citadas em relatório de uma agência internacional de notícias.
A proposta, articulada pelo governo do presidente Donald Trump, prevê a formação de um grupo de países com participação fixa na coordenação de esforços voltados à reconstrução, ao apoio humanitário e às negociações políticas envolvendo o território palestino após o prolongado conflito na região.
O valor exigido para participação permanente no conselho teria sido estabelecido como uma contribuição financeira a ser destinada às ações conjuntas do grupo. A quantia foi mencionada no contexto das negociações com possíveis países participantes e não foi confirmada oficialmente por representantes dos governos envolvidos até o momento.
A iniciativa de criar um conselho internacional de paz para a Faixa de Gaza tem gerado debates diplomáticos e atenção global, envolvendo chefes de Estado e representantes de diferentes nações. A proposta busca reunir apoio multilateral para enfrentar os desafios humanitários e políticos na região.
Até agora, líderes de alguns países já foram convidados a integrar o grupo, mas a estrutura final, os critérios de participação e as responsabilidades de cada membro ainda estão sendo definidos pelas equipes diplomáticas envolvidas no processo.
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