Em 2025, o Senado registrou um custo superior a R$ 2,3 milhões com passagens aéreas destinadas ao deslocamento de equipes de segurança responsáveis pela escolta de parlamentares.
Segundo a apuração, o valor engloba tarifas aéreas, taxas de embarque, franquia de bagagens, marcação de assentos, eventuais descontos contratuais, além de custos com cancelamento ou remarcação de voos.
As passagens costumam ser utilizadas para permitir que agentes da Polícia Legislativa acompanhem os senadores nos mesmos deslocamentos e destinos. Por razões de segurança, permanecem sob sigilo os nomes dos servidores envolvidos, os trechos percorridos, assim como a identidade dos parlamentares beneficiados.
A concessão de escolta policial está prevista no regimento interno do Senado e pode atender tanto o parlamentar quanto seus familiares. A proteção, no entanto, não se estende automaticamente a todos os senadores.
Em regra, a escolta depende de análise de risco individualizada e de solicitação formal. A decisão final cabe ao presidente do Senado, com base em registros de ameaças ou em outras informações de segurança disponíveis.
(Portal R7)
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