Um levantamento realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), em parceria com a Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), evidencia o papel estratégico das grandes companhias abertas na economia do Brasil.
Embora representem apenas 270 empresas em um universo superior a 21 milhões de CNPJs ativos, essas corporações concentram uma parcela significativa da geração de riqueza, da arrecadação de tributos e da movimentação econômica nacional, demonstrando uma influência desproporcional em relação ao seu número.
O estudo reforça a abrangência do papel socioeconômico dessas empresas, que impactam diretamente o mercado de trabalho, os investimentos e o desenvolvimento do país.
O tema é analisado pelo economista Geraldo Almeida, no quadro Economia e Negócios, no qual destaca a importância das companhias abertas para a sustentabilidade fiscal, a competitividade do mercado e o crescimento econômico, além dos desafios de ampliar esse impacto positivo para outros setores da economia.
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