A fase do Flamengo é tão boa que mesmo sem uma atuação brilhante é capaz de encontrar caminhos capazes de levar o clube a grandes feitos. Neste sábado, a bola parada – crucial na Libertadores – foi a arma usada pelo time rubro-negro para superar o egípcio Pyramids, por 2 a 0, na semifinal da Copa Intercontinental, no Estádio Ahmad bin Ali, em Al-Rayyan, no Catar. Os zagueiros Léo Pereira e Danilo assumiram o papel de artilheiros para garantir a vitória diante de pouco mais de oito mil torcedores.
Pelo triunfo, o Flamengo teve direito a erguer mais um troféu, o da Copa Challenger, nome dado a essa fase semifinal. Ao eliminar o Cruz Azul na última quarta, o clube ganhou a taça do Derby das Américas.
A decisão entre Flamengo e Paris Saint-Germain, campeão europeu, está agendada para a próxima quarta-feira, às 14h (de Brasília). O palco será o mesmo estádio que já recebeu os dois jogos rubro-negros neste Intercontinental.
O Flamengo começou a partida com uma postura dominante, pressionando o Pyramids e buscando o gol. Depois da intensidade inicial, o jogo baixou de ritmo e o time egípcio conseguiu equilibrar as ações.
Mesmo assim, o Flamengo continuou provando sua superioridade e qualidade técnica. A bola parada novamente funcionou para a equipe rubro-negra. Aos 24, Arrascaeta cobrou falta pelo lado esquerdo, Léo Pereira cabeceou na primeira trave e colocou o clube carioca em vantagem.
A partida continuou morna depois do gol rubro-negro. O Pyramids tentou pressionar a saída de bola algumas vezes, mas se mostrava ansioso para tentar reverter a derrota. Nos minutos finais da etapa inicial, de fato levou perigo. Rossi impediu que Mayele empatasse.
Na volta do intervalo, o Pyramids intensificou suas idas ao ataque, controlou a posse de bola e tentou surpreender o Flamengo. Mas foi o time rubro-negro que chegou ao gol. De novo, na bola parada. Arrascaeta cobrou falta pela esquerda, lançou na segunda trave, Danilo apareceu para cabecear em direção ao chão, dificultando a defesa do goleiro e ampliando a vantagem flamenguista, aos 7.
O Pyramids persistiu com a postura ofensiva, mas a qualidade técnica dos egípcios deixou a desejar. O artilheiro Mayele teve raras chances de finalizar.
Com a vitória assegurada, Filipe Luís promoveu alterações para poupar atletas que mais se desgastaram ao longo da temporada, como Jorginho e Arrascaeta. Recuperado de fratura no antebraço e lesão muscular, o centroavante Pedro voltou a atuar por quase dez minutos.
Nos minutos finais, houve tensão dos jogadores do Pyramids com a arbitragem. Zalaka reclamou de um pênalti porque teria sido tocado na região do rosto, mas o juiz catariano nada anotou e ainda aplicou cartão amarelo para o atleta. Os egípcios tentaram um gol até o último instante, mas não saíram do zero.
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