O diagnóstico precoce do câncer de próstata, um dos tumores mais frequentes entre homens no Brasil, continua sendo um dos maiores desafios para reduzir a mortalidade da doença.
Segundo estimativas para o triênio 2023 a 2025, o país deve registrar cerca de 71,7 mil novos casos por ano, mantendo o tumor como a segunda principal causa de morte por câncer no público masculino.
Em entrevista ao Jornal da Cruzeiro, a médica Thais Papotti, da Nucleon Radioterapia, destacou que a resistência ao exame preventivo ainda impede avanços significativos no enfrentamento da doença.
De acordo com a oncologista, muitos pacientes chegam ao consultório apenas quando o câncer já se encontra em estágio avançado, situação que reduz consideravelmente as chances de tratamento eficaz.
Papotti reforça que homens a partir dos 50 anos, ou a partir dos 45 caso pertençam a grupos de risco, devem manter acompanhamento regular com um urologista.
Ela lembra que o câncer de próstata costuma avançar de forma silenciosa, sem apresentar sintomas iniciais — fator que torna o rastreamento ainda mais essencial.
A especialista conclui que a detecção antecipada permanece sendo a ferramenta mais eficiente para aumentar as probabilidades de cura e evitar desfechos graves.
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