A Procuradoria-Geral da República se manifestou nesta sexta-feira (28) a favor de conceder prisão domiciliar ao General Augusto Heleno, condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 21 anos de prisão no processo que apura a tentativa de golpe de Estado.
O ex-ministro do governo Bolsonaro está detido no Comando Militar do Planalto, em Brasília.
No parecer, a PGR afirma que a medida é adequada devido à idade de Heleno, de 78 anos, e ao avanço do Alzheimer, doença diagnosticada há vários anos e comprovada em laudos recentes apresentados pela defesa.
Segundo o órgão, o estado de saúde do condenado exige cuidados contínuos, o que justificaria substituir a prisão em unidade militar por custódia domiciliar.
A manifestação não garante a mudança imediata. A decisão final caberá ao ministro do STF responsável pelo caso. Até o julgamento do pedido, Augusto Heleno permanece preso em Brasília.
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