Mais de 240 milhões de pessoas começaram a estar online este ano. Mas, apesar do mundo mais conectado, a qualidade da conexão continua muito diferente entre ricos e pobres. O alerta está no novo relatório da UIT, a União Internacional das Telecomunicações, ligada às Nações Unidas.
O estudo mostra que redes mais avançadas, como a 5G, cobrem 55% da população global. Mas, nos países de renda alta, 84% das pessoas têm acesso; nos países mais pobres, apenas 4%. E mesmo quando há cobertura, o usuário, nos países ricos, consome oito vezes mais dados móveis do que em países pobres.
Outro destaque é que muitos estão conectados apenas na teoria, segundo a UIT. Isso significa que milhões de pessoas até conseguem acessar a internet via rede 3G ou 4G, mas a conexão é lenta para aplicativos online com inteligência artificial, por exemplo.
Exclusão digital
Além disso, a exclusão digital está também ligada ao conhecimento digital que o usuário tem, ao local onde ele vive e à renda dele. O uso da internet, por exemplo, cai de 94% nos países ricos para apenas 23% nos pobres. Nas cidades, 85% da população está conectada; nas áreas rurais, 58%.
Apesar de seis bilhões de pessoas estarem conectadas no mundo, o equivalente a 75% do total, o desafio é garantir uma conexão rápida, acessível e de qualidade, para usuários preparados. Sem isso, a conectividade universal e significativa continua distante para grande parte do mundo. (Agência Brasil)
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