A Polícia Técnico-Científica de São Paulo identificou a presença de metanol nas bebidas de duas distribuidoras do estado, disse nesta segunda-feira (6) o secretário de Segurança Pública do governo paulista, Guilherme Derrite. Foi formada uma força-tarefa para investigar as intoxicações pela substância na semana passada.
Ao lado de Derrite, durante entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) disse que a Polícia Civil, o Procon-SP e a Vigilância Sanitária estadual realizaram fiscalizações em 1A Polícia Técnico-Científica de São Paulo identificou a presença de metanol nas bebidas de duas distribuidoras do estado, disse nesta segunda-feira (6) o secretário de Segurança Pública do governo paulista, Guilherme Derrite. Foi formada uma força-tarefa para investigar as intoxicações pela substância na semana passada.
Ao lado de Derrite, durante entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) disse que a Polícia Civil, o Procon-SP e a Vigilância Sanitária estadual realizaram fiscalizações em 17 estabelecimentos, entre eles bares e distribuidoras.
Segundo o secretário, a investigação irá agora tentar identificar se foi dessas distribuidoras onde o metanol foi identificado que saíram as bebidas que causaram as mortes registradas —duas confirmadas e 13 em investigação, no total do país.
O Governo de São Paulo vai pedir autorização da Justiça para destruir todos os produtos contaminados e apreendidos por fraude, segundo Tarcísio. “Se você não tem o problema da contaminação pelo mentanol, de qualquer forma você tem o problema da fraude”, completou o governador.
Mais cedo, Derrite, disse que a principal linha de investigação para os casos de intoxicação por metanol é o uso da substância tóxica na produção de bebidas falsas.
“A principal suspeita da Polícia Civil é que, durante o processo de adulteração, o etanol que está sendo utilizado para fazer a adulteração em produções clandestinas seja um etanol de baixa qualidade, que já vem contaminado com metanol”, afirmou.
Uma hipótese levantada anteriormente, de que criminosos teriam usado metanol para lavar garrafas, não foi totalmente descartada, mas não segue mais como principal linha de investigação.
Fonte: Folha de SP
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