Diariamente, as pessoas ingerem, inalam ou entram em contato com microplástico — partículas com menos de cinco milímetros –, já detectadas no ar, na água, nos alimentos e até em cosméticos . Esses fragmentos foram encontrados em diversas partes do corpo humano, como pulmões, rins, sangue e até no cérebro, o que gera preocupação entre especialistas.
A Dra. Maria Izabel Chiamolera, endocrinologista da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo, conversou com o jornalismo da rádio Cruzeiro FM sobre os perigos dessa substância no corpo humano.