Uma eventual fusão entre as companhias aéreas Azul e Gol poderia aumentar a concentração no setor aéreo brasileiro e impactar os preços das passagens, além de prejudicar operações em aeroportos menores. A afirmação foi feita por Santiago Yus, diretor-presidente da Aena Brasil, administradora do Aeroporto de Congonhas e de outros 16 terminais no país.
Em janeiro, a Abra, controladora da Gol, e a Azul assinaram um memorando de entendimento para uma possível fusão, que ainda depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Segundo Yus, a mudança pode impactar regiões como o Pará e Ponta Porã (MS), onde já é desafiador manter certas operações aéreas. A Aena Brasil destaca que qualquer alteração estratégica resultante da fusão pode criar dificuldades adicionais para esses mercados.
Entre os aeroportos administrados pela Aena no Brasil, Congonhas é o principal. O terminal passará por investimentos e expansão nos próximos anos, com previsão de aumento de passageiros dos atuais 23 milhões, em 2024, para cerca de 30 milhões anuais até 2030.
Recentemente, a concessionária reduziu as operações da aviação executiva no terminal e proibiu a presença de jatinhos na pista principal. A medida, segundo Yus, tem como objetivo melhorar a pontualidade e aumentar a receita do aeroporto.
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