O ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, foi demitido de seu cargo, dentro do Governo, após uma divulgação de que ONG Me Too Brasil teria recebido denúncias de assédio sexual contra ele.
Após reunião com Silvio Almeida, no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a situação dele passou a ser insustentável e o exonerou de suas funções.
As informações sobre as denúncias contra o ministro foram divulgadas na última quinta-feira (05), pelo portal “Metrópoles” e na sequencia confirmadas em nota pública da ONG, que atua no combate a violência sexual.
Segundo o portal, os episódios ocorreram em 2023, tendo como vítima a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco.
Em nota publicada na noite de quinta, o Palácio do Planalto informou que a Comissão de Ética da Presidência da República abriu um procedimento de apuração sobre o caso. Na manhã desta sexta-feira (06), membros da comissão se reuniram para tratar do caso.
Após a reunião, foi definido, por unanimidade, que Almeida tem 10 dias para apresentar defesa. Almeida também foi chamado para “prestar esclarecimentos ao controlador-geral da União, Vinícius Carvalho, e ao advogado-geral da União, Jorge Messias, por conta das denúncias publicadas pela imprensa contra ele”. A Polícia Federal também informou que vai abrir inquérito ainda nesta sexta para apurar o caso.
Com informações do Portal G1.
(Foto: Divulgação/Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania)
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