“Nos prometeram carros voadores, em vez disso temos robôs suicidas”, lamentou-se Bilal Farooqui, funcionário de um complexo empresarial em Washington, ao publicar em seu Twitter a fotografia de um robô de segurança que caiu dentro da água na semana passada, deixando de funcionar irreversivelmente. A publicação viralizou, chegando a cerca de 315 mil curtidas e 145 mil compartilhamentos.
Alugado por shoppings, escritórios e estacionamentos para reforçar o esquema de câmeras de segurança, o robô K5 mede cerca de 1,5 metro e pesa quase 140 kg. Ele consegue se guiar através do local para captar imagens e fazer reconhecimento térmico e leitura de placas, por exemplo.
Após a repercussão do tuíte sobre o “suicídio”, a empresa que fabrica essa tecnologia entrou na brincadeira e fez uma publicação onde dizia que o “segurança” apenas “queria aproveitar o verão”.
O professor e economista, Geraldo Almeida, fala sobre essas “novidades” que acontecem por conta do crescimento da Inteligência Artificial, e quais os impactos de casos como esse na economia.
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