Uma manifestação organizada pelo movimento das mulheres de Sorocaba nesta sexta-feira (14), aconteceu em frente à Delegacia da Mulher de Sorocaba, e pediu “humanização e respeito à vida das mulheres” e um “basta ao feminicídio”.
A mobilização foi motivada pela morte, esta semana, de Aline Aparecida de Moura, 34 anos, pelo ex-companheiro Paulo Rodrigo Juvêncio, que está foragido. Aline foi vítima de feminicídio enquanto trabalhava em uma loja de tintas do bairro.
Paulo Juvêncio teria começado a perseguir Aline — que era formada em psicologia — por discordar do fim do relacionamento que manteve com ela durante cerca de um ano. Ainda segundo a titular da DDM, em março, a Justiça concedeu medida protetiva à vítima e, em abril, o ex-companheiro foi avisado da decisão. No dia 24 de maio, ele teria colocado fogo na moto de Aline.
O laudo da Polícia Científica, previsto para ficar pronto dentro de 30 dias, deve apresentar outros detalhes sobre a morte, como a quantidade de tiros e os órgãos atingidos.
Em entrevista ao Cruzeiro do Sul, o diretor do Departamento da Polícia Judiciária Interior 7 – Sorocaba (Deinter 7), Wilson Negrão, afirma que o trabalho da Polícia Civil foi realizado. No mesmo dia do atendimento, foi feito o boletim de ocorrência e a Justiça foi comunicada sobre o descumprimento da medida protetiva.
Ouça o posicionamento de Wilson Negrão, em entrevista ao Jornal Cruzeiro do Sul.
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